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quinta-feira, 26 de novembro de 2015



 
Fernanda Duarte Viterbo se sentindo de saco cheio.

Bora cuidar do Brasil
Não vi até agora Ninguém
Se manifestar qualquer tipo de apoio
Bora cuidar dos nossos assuntos deixe que o deles eles resolvam.
Morreram muitos sim meus sentimentos
Mas aqui também morreu muitos e muitos estão desabrigados necessitando de alimentos e mais de ‪#‎ÀGUA‬!!!

Entrevistas de Silvio Santos - Lições de Vida

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Sílvio Santos: Por que eu jejuo no Yom Kipur

Exposição missionária sobre a hist, da Ass. de Deus em PE,Congregação do Caxangá..





O poderio aéreo de Israel parte 1

Quem começou a Assembleia de Deus em Pernambuco?


terça-feira, 24 de novembro de 2015

A AD em Teresina - a fragmentação da história

É notório que os principias ministérios das ADs no Norte e Nordeste do Brasil possuem uma história de cisões e turbulências. No Ceará na década de 1960, Luiz Bezerra da Costa "arrancou" para a congregação de Bela Vista (e para si) a autonomia depois de um período de desavenças ferrenhas. 

Em Pernambuco, nos anos 80, a AD em Abreu e Lima conseguiu sua independência tornando-se ministério autônomo. Na Paraíba, a região de Campina Grande também se distingue da AD estadual, e na Bahia já se formaram duas convenções. Idêntico caso há no Amazonas e no Pará berço da denominação do país.

As rupturas ocorridas resultaram das tensões e lutas pelo poder eclesiástico, pois debaixo da "unção divina" os abnegados obreiros refletiram o estilo coronelista da sociedade patriarcal. Com o tempo e o crescimento das igrejas, as cisões institucionais passaram a alavancar projetos próprios ou familiares de poder.


AD em Teresina: uma igreja fragmentada

Com tantas divisões na região, a AD em Teresina não passou incólume. Após a jubilação do seu patriarca pastor Paulo Belisário de Carvalho em 1995, a igreja não teve paz nas sucessões seguintes. Nesses 20 anos, a igreja da capital piauiense passou por alguns solavancos institucionais, e agora ao que tudo indica, caminha para a total fragmentação.

Em 1997, o sucessor do pastor Paulo, o escritor Raimundo de Oliveira foi obrigado a deixar o cargo devido a graves desentendimentos com o ministério local. Assumiu então o pastor José da Silva Neto. Em 2011, cumprindo o estatuto interno uma inédita eleição à presidência da igreja se realizou. O então líder da AD José Neto concorreu ganhando por margem mínima de votos o pleito. Mas o resultado não foi digerido pelo seu oponente José de Ribamar e Silva Filho, o qual sendo supervisor de um distrito, resolveu romper com o ministério local.

Com a morte do pastor José Neto em 2013, novamente a questão sucessória foi colocada em cheque. Temendo uma nova cisão, o ministério da AD em Teresina e a convenção estadual em comum acordo - e desta vez sem eleição - indicou o pastor Nestor Mesquita à presidência, realizando o antigo sonho do veterano obreiro de liderar a igreja na capital.

Com a posse do pastor Mesquita, se garantia o mínimo de estabilidade ministerial. Porém, o destacado líder, no alto dos seus 80 anos de idade estava fadado a ser apenas um líder de transição, simplesmente protelando o problema maior para os anos seguintes. 

Pensando na sucessão (e na família), Nestor resolveu preparar a igreja e o ministério para a posse do filho. Entretanto, negociações foram necessárias, e para resguardar o herdeiro, o atual presidente abriu mão da unidade administrativa da igreja. A partir de 2016, o campo eclesiástico em Teresina será fragmentado e os setores receberão autonomia. Ao filho Irã caberá o setor centro, onde atualmente está a sede.

A divisão provavelmente agradará aos setoriais, mas segundo alguns, poderá resultar em extrema competição por membros e recursos na área eclesiástica de Teresina. A prevista abertura de congregações em campos e bairros alheios possivelmente aumentará as tensões entre os setores. 

E os membros? Pelas informações disponíveis, os fieis estão perplexos testemunhando a pulverização de um patrimônio histórico e espiritual. Há um clima de pessimismo no ar. Ironicamente, em 2012, foi lançado o livro do pastor Raimundo Leal Neto sobre a história da AD na cidade intitulado Uma Igreja Edificada - História da Assembleia de Deus em Teresina - Piauí. Talvez em suas próximas edições, o autor tenha que mudar o nome da obra para Uma Igreja Fragmentada...

Fonte:

LEAL NETO, Raimundo. Uma Igreja Edificada - História da Assembleia de Deus em Teresina - PI. Teresina: Halley, 2012.






Argentina caga Kirchner!

domingo, 22 de novembro de 2015


  





















A imoralidade dos gigantes

"Naqueles dias havia nefilins na terra [...]. Eles foram os heróis do passado, homens famosos" (Gên 6:4) - NVI

Os antediluvianos eram homens e mulheres de um impressionante vigor físico. Eles viviam até mais de 900 anos. A sua vida era muito saudável. Embora mortais e pecadores, eram pessoas de tremendas faculdades mentais e impressionante poder físico. Eles eram capazes de realizar grandes obras, e o fizeram. Estas obras foram todas destruídas pelo dilúvio.

Pecadores como eram, com seu tremendo potencial, desenvolveram uma sociedade em extremo maldosa. Como viviam ao longo de muito séculos, e como a sua mente nada esquecia, um só ser humano era capaz de desenvolver maldade equivalente ao que hoje é capaz de se fazer por meio de uma multidão. Ao longo de suas vidas acumulavam maldade e mais maldade, a ponto deles colocarem em perigo a existência da raça humana. Esse nível de maldade só em nossos dias está outra vez sendo atingido, conforme diz em Lucas 17:26 e 27.

Aqueles homens tornaram-se sobremaneira violentos, corruptos, a tal ponto que encheram a Terra dessas características. Diz a Bíblia que “era continuamente mau todo o desígnio do seu coração” (Gên. 6:5). Eles eram maus o tempo todo. Algumas exceções havia, como a família de Noé, mas eram poucas pessoas. Mais algum tempo, e, sem exceção, todas as pessoas seriam de má índole.

A tal ponto chegou a maldade da raça humana que DEUS não teve mais escolha, senão afogar todos por meio de um grande dilúvio global. Mas para não eliminar todas as pessoas, pois ainda havia algumas de caráter decente, DEUS usou a água, pois por meio dela, poderia manter vivas algumas delas, e uma seleção de animais, dentro de um barco. Noé e sua família, ao todo oito pessoas, foram salvas do dilúvio em toda a Terra. Hoje podemos ver vestígios desse dilúvio em todas as partes do mundo. Aliás, talvez a maior prova do dilúvio sejam as placas tectônicas que permitem os terremotos. Foi por causa do dilúvio, dado que saiu água do interior da Terra, que a camada de rochas que formava a estrutura estável da Terra antes do dilúvio se rompeu, e desde então elas se movimentam, e geram tensão entre elas, provocando os abalos sísmicos.

A corrupção da raça humana, depois do dilúvio retornou aos poucos, Mas como agora as pessoas só viviam pouco mais de 100 anos (durante a Idade Média as pessoas viviam pouco mais de 40 anos), a maldade não se desenvolvia com tanta rapidez. Outro motivo que freou a velocidade do desenvolvimento da maldade foi que DEUS separou a humanidade através da linguagem. Na construção da Torre de Babel DEUS os confundiu por meio de línguas diferentes para cada família. Desde então ficou muito complicado para os homens colaborarem todos juntos para serem maus. Essas condições só mais recentemente se formaram, por meio da comunicação facilitada por uma língua que é quase universal, o inglês, e por meio da tecnologia de comunicação, a internet e a tecnologia da destruição para a guerra. Agora novamente a humanidade tem as condições de serem maus a ponto de desenvolverem a capacidade de exterminar a raça humana por meio dessa maldade. Porém, dessa vez, não vai haver destruição por meio de algum dilúvio. Antes da raça humana realmente estar liberada para destruir tudo por aqui, JESUS vai voltar e levar para a Sua morada todos aqueles que ao longo das eras da humanidade, em vida, decidiram ser obedientes aos mandamentos de DEUS, isto é, que foram pessoas de bem e humildes de coração, pessoas que jamais ameaçam o seu próximo nem a natureza.

REFLEXÃO: "O Senhor viu que a perversidade do homem tinha aumentado na terra e que toda a inclinação dos pensamentos do seu coração era sempre e somente para o mal" (Gên 6:5) - NVI

    PORTAL ADVENTISTA

Eita Brasil,!! Eita "CurRtura", é isso que colocamos lá em Brasília eu não voto mais.,,,,,

sábado, 21 de novembro de 2015

Uma semana feliz para todos,,,,



      Nem toda aquele que mata em nome de Allah, faz de Allah um assassino.

É notório o preconceito de cristãos em relação aos muçulmanos. Podemos enxergar uma pluralidade de cristãos divulgarem suas criticas mal fundamentadas, desprovidas de uma compreensão mínima da religião do outro, muitos até mesmo disseminando ódio. Segundo a BBC de Londres desde os atentados de 11 de Setembro, muitos muçulmanos que residem na Europa e nos EUA sofrem preconceitos principalmente por religiosos de tradição cristã. Não é verdade que terrorismo e islamismo são indissociáveis. Fundamentalismo religioso é um fenômeno que pode ser encontrado tanto no islamismo como no cristianismo. Assim, cristãos também usaram o “fator deus” (Karen Armstrong) para disseminação de violência e mortandade (cruzadas), do outro lado, um grupo de fundamentalistas usam o fator deus (Allah) como “fundamento” de suas práticas violentas. No entanto, estes grupos fazem parte de uma minoria de extremistas, portanto, fundamentalistas que não representam a totalidade da religião islâmica. Até porque, nem todo aquele que mata em nome de Allah, faz de Allah um assassino. Os atentados em Paris não poderão servir para qualquer visão sobre os muçulmanos. Não se pode fazer uma leitura coerente do islamismo somente a partir de um grupo de fundamentalistas que não representam os ideais de tolerância do islã. Podemos observar que após o atentando terrorista em França, um milhão de muçulmanos franceses orou pelas vitimas do terrorismo. Na grande Mesquita de Paris, sexta-feira passada, muçulmanos passaram mensagem de paz e tolerância.
Procurando aprofundar minha compreensão do islamismo, resolvi ler o alcorão juntamente com um comentário feito por teólogos muçulmanos, buscando entender melhor as "teologias islâmicas


 Moysés Alves