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sábado, 30 de janeiro de 2016

BLOG DO PR. ALTAIR GERMANO: USOS E COSTUMES ASSEMBLEIANOS: CURIOSIDADES

BLOG DO PR. ALTAIR GERMANO: USOS E COSTUMES ASSEMBLEIANOS: CURIOSIDADES: Em seu livro " A Igreja, o país e o mundo: desafios a uma fé engajada ", o Bispo Anglicano Robson Cavalcanti , ao falar sobre ques...

CARNAVAL, UMA FESTA DIABÓLICA.




Pesquisando sobre a origem do Carnaval, encontrei a seguinte explicação:  “o carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Posteriormente, os gregos e romanos inseriram bebidas e práticas sexuais na festa, tornando-a intolerável aos olhos da Igreja. Com o passar do tempo, o carnaval passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica, o que ocorreu de fato em 590 d.C. Até então, o carnaval era uma festa condenada pela Igreja (...).” (Gabriela Cabral, equipe do Brasil Escola)
O Brasil é conhecido como o País do Futebol e do Carnaval. Na verdade, se formos analisar bem, aqui tem carnaval o ano inteiro. Até as cidades mais pobres promovem festas quase que mensalmente. Para as pessoas, é comum beber, dançar e cometer todo tipo de imoralidade carnal. Algumas, as mais “certinhas” se abstêm dessas práticas durante uma quarta-feira do ano ou durante uma semana, que de tão excepcional para elas, é chamada de “santa”.
            O carnaval é a festa da carne e como o próprio nome e a própria origem dizem, ele existe para que as pessoas liberem suas naturezas carnais, extravasem suas emoções e desejos e vivam intensamente as paixões que durante o ano inteiro foram reprimidas. As pessoas se sentem muito à vontade para, no carnaval, fazerem aquilo que desejaram fazer nos demais dias e por algum motivo não ousaram. Algumas até usam drogas pela primeira vez, outras escolhem essas datas para perderem a virgindade ou tirarem a de alguém. Alguns casados traem seus cônjuges para sentirem na pele a emoção de fazer algo mais libertino! Isso é a festa da carne. As pessoas saem nuas ou seminuas pelas ruas, sem pudor algum. Muitas usam ou usavam máscaras para se sentirem mais à vontade para praticar atos obscenos. Tudo isso em nome de uma pseudo-alegria que toma conta de todos; uma energia cósmica que cega os incautos.



Mas, o que Deus fala sobre isso? Será que desaprovar o carnaval é coisa de igreja, é coisa de gente radical, é coisa de gente triste que não consegue ver a alegria dos outros, é coisa de gente mal-amada? A Bíblia traz-nos um exemplo de uma festa semelhante aos moldes do carnaval. Isso aconteceu no deserto, com o povo de Israel, quando Moisés passou quarenta (40) dias e quarenta (40) noites no monte, recebendo de Deus os dez (10) mandamentos. O povo achou que Moisés havia morrido e por isso fez um ídolo para adorarem, um bezerro de ouro. Depois de o adorarem, eles se levantaram para beber, dançar e folgar, ou seja, cometer atos pecaminosos e libertinos entre si. O resultado dessa atitude foi morte. O Senhor mandou Moisés descer e matar a todos os que participaram daquela festa profana, desde os mais velhos até os mais novos. Nenhum ficou em pé dos pecaram contra Deus.
Se nós cremos de fato em Deus e a maioria das pessoas que promovem o carnaval diz que crê, e até usa seu nome em frases do tipo: “Se Deus quiser, nossa escola será vencedora esse ano”, “Deus dá tudo na hora certa e esse é o meu momento de brilhar na passarela”, e tantas outras que ouvimos nas rádios e assistimos pela TV. Então, se nós, de fato, cremos em Deus, precisamos dar ouvidos ao que Ele nos diz e é claro que isso só pode estar escrito na Sua Palavra, a Bíblia e não em cartas de tarô, horóscopo ou nas linhas das nossas mãos.


I Pedro 1:15 diz “Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em todo o vosso procedimento”. Ser santo é ser separado das práticas pecaminosas do mundo (todas descritas acima) e dedicar todo o seu viver a Cristo, que foi quem lhe salvou. Nosso padrão de comportamento é Deus que é Santíssimo eternamente. Quando somos filhos de Deus, recebemos dEle Seu Espírito Santo, o qual habita em nós e nos convence do pecado. Ele alerta-nos quando agimos de maneira que desagrada ao Criador e nos capacita a fugirmos das tentações da nossa própria carne.
Enquanto cristãos genuínos, nós devemos buscar auxílio no Senhor para vivermos em santidade, separados do mundo, alimentados pela Palavra de Deus e servindo-O fielmente. Esse é o único padrão de vida aceitável para o crente. Todavia, se não nos separarmos do mundo, ele nos sugará cada vez mais, tentando manchar a imagem de Deus em nós restaurada e nos tornar parecidos com ele, infamando o Evangelho. Nenhum de nós está livre disso, por isso devemos vigiar e orar continuamente, a fim de não sermos surpreendidos em erro.
Mas, se você está pensando: “Eu não me preocupo, pois não participo do carnaval, sou muito caseiro, só vou de casa para a igreja e até participo de retiros durante as festividades profanas”, pare e pense um pouco. A festa da carne não necessariamente acontece fora da Igreja ou fora de você. Lamentavelmente, muitos crentes estão festejando a carne não somente durante quarto (4) dias ao ano, mas continuamente, em seus maus procedimentos.

Quando o cristão celebra o carnaval?



Nós celebramos a festa da carne quando mentimos e enganamos ao nosso próximo. Essa é uma tendência natural do ser humano. Todavia, nós que somos de Cristo não devemos nos amoldar às paixões carnais e por mais que soframos o dano devemos falar sempre a verdade. Veja o conselho de Deus: Efésios 4:25 “Pelo que deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo, pois somos membros uns dos outros.”



Celebramos o carnaval também quando falamos mal uns dos outros. Esse é o pecado da maledicência e a Bíblia está cheia de advertências contra esse pecado, pois ele traz consequências muito danosas tanto para a vítima quanto para quem o pratica. Alguém já disse que a fofoca é como um saco de pena jogado do alto de uma montanha: por mais que você se esforce não conseguirá juntar todas novamente. Muitas vezes damos ouvidos a conversas de terceiros e já comunicamos a outrem, e com acréscimos, sem nos preocuparmos se é verídico, sem irmos até o irmão para auxiliá-lo naquela possível fraqueza e pensamos que iremos ficar impunes por isso. Há muita gente rotulada injustamente nas igrejas, porque os crentes decidiram se tornar juízes de aparência; consideram-se donos da verdade e nem se dão ao trabalho de conferir se o que estão divulgando por aí procede ou não. Deus cobrará de todos os que procedem assim. Cabe a nós vigiarmos para não recorremos a esse erro. Veja a ordem de Deus: Tiago 4:11: "Irmãos, não faleis mal uns dos outros. aquele que fala mal do irmão, ou julga a seu irmão, fala mal da lei, e julga a lei; ora se julgas a lei, não és observador da lei, mas juiz".



Celebramos o carnaval quando invejamos os outros. A inveja também é uma obra da carne e se a cultivarmos estaremos fazendo dela um carnaval cotidiano em nossas vidas. Não devemos ter inveja de ninguém, pois o Senhor concede a cada um de nós a Sua graça e Ele dá conforme necessitamos, nem mais nem menos. Devemos sim, nos inspirarmos uns nos outros, procurando seguir os bons exemplos que cada um tem a oferecer. Mas, em primeira instância, não devemos ter inveja dos atributos de ninguém, porque Deus não se agrada dessa atitude. Precisamos buscar em Deus crescimento espiritual, excelência nas outras áreas de nossas vidas, pois é para Ele que estamos vivendo, trabalhando, estudando, cuidando, servindo. Então, o bem que acontece aos outros deve ser para nós motivo de alegria, de nos unirmos mais e mais e não de nos separarmos. Veja o que Deus diz sobre isso: Tiago 3:15: “Mas, se tendes amarga inveja, e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade. Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica”

 
 

Celebramos o carnaval quando nos vestimos como o mundo, com sensualidade e imodéstia. A palavra modéstia no grego é “aidos” que quer dizer “respeito”. É usada como sinônimo de pureza moral de comportamento. Então, nós não nos vestimos bem apenas quando vestimos roupas compridas, sem decotes ou transparências. Mas quando, além disso, nosso comportamento é respeitoso e puro, sem más intenções.  Quando não agimos corretamente nessa área, estamos festejando a festa da carne, da nossa carne por sentirmos prazer em nos parecermos com o mundo e da carne dos homens que se sentirão tentados por quem se veste e se comporta dessa maneira. Veja a ordenança de Deus: I Timóteo 2:9: “Da mesma sorte que as mulheres em traje decente, se ataviem com modéstia e bom senso (...).
Até aqui percebemos que há muitas maneiras diversas de o crente celebrar o carnaval, mesmo sem estar participando de um bloco carnavalesco nem bebendo ou dançando. Devemos, todavia, lembrar que o Senhor cobrará tanto daqueles que estão lá no mundo quanto dos que, dentro da Igreja, estão se comportando da mesma forma ou pior, sob o pretexto de que estão indo aos cultos, então, “dos males o pior”. Muito cuidado, amados! Deus é um Justo Juiz e Ele não deixará de ser Bom, nem amoroso se exercer a Sua justiça e cobrar dos salvos e não salvos por praticarem a iniqüidade.



Deixo dois versículos para a nossa meditação final e por aqui me despeço agradecendo a oportunidade de compartilhar da Palavra:

“(...) Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que agora tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim”
(Gálatas 2: 19 b-20)

ARÁBIA SAUDITA



A liberdade religiosa não existe nesse reino islâmico. Todos os envolvidos em reuniões religiosas não muçulmanas podem ser presos, deportados ou torturados



A Igreja e a Perseguição Religiosa
A Igreja
De acordo com a tradição, o apóstolo Barnabé foi o primeiro a levar o evangelho à Arábia Saudita. Quando o islamismo chegou à região já havia uma grande população de cristãos. Após o islamismo assumir o controle no século VII, todos os cristãos foram expulsos do país. Desde então, nenhuma missão foi autorizada a entrar na Arábia Saudita. Atualmente, a maioria dos cristãos no território saudita é constituída de estrangeiros que vivem e trabalham nas bases militares ou para as companhias de petróleo. Há um pequeno grupo de cristãos sauditas não declarados, vivendo sob constante temor de ser descobertos, presos e executados. Eles encaram os novos convertidos não com júbilo, mas com medo e suspeita, e esta atitude impede o crescimento da Igreja. Há convertidos sauditas, mas é extremamente difícil se chegar a um número exato, pois não estão organizados em igrejas, nem em grupos domésticos.
A perseguição
O governo não reconhece legalmente a liberdade religiosa e nem dá proteção a grupos que se reúnam ilegalmente. A prática pública de religiões não muçulmanas é proibida. A Arábia Saudita é uma monarquia islâmica sem proteção legal à liberdade de religião. O islamismo é a religião oficial e a lei exige que todos os cidadãos sejam muçulmanos. De acordo com a Sharia, a apostasia (abandono do islamismo) é considerada um crime punível com a morte, se o acusado não se retratar. O governo reconhece o direito de cristãos estrangeiros cultuarem em particular.
Os cristãos que exercem sua fé de modo particular e discreto quase nunca são incomodados. Entretanto, há problemas quando cidadãos se queixam dos cultos realizados pelos vizinhos. Alguns alegam que informantes pagos pelas autoridades se infiltram em seus grupos cristãos particulares. O governo oferece uma recompensa equivalente a um ano de salário – um prêmio tentador para muitos – a qualquer pessoa que denunciar uma reunião cristã. O proselitismo e a distribuição de materiais não muçulmanos, como Bíblias, são ilegais. Tais materiais estão sujeitos ao confisco, apesar de as normas parecerem aplicar-se arbitrariamente. O governo restringe a liberdade de expressão e de associação; a imprensa exerce a autocensura com relação a assuntos delicados, como a liberdade de religião.
História e Política
Circundada pelo Mar Vermelho e pelo Golfo Pérsico, a Arábia Saudita está localizada no coração do Oriente Médio e possui fronteiras com sete países. Grande parte de seu território é desértico, com a presença de alguns poucos oásis. A maioria dos sauditas vive em grandes cidades, tais como Riad (sede do reinado), Jidá (onde se localiza o mais importante porto do país), Ad Damman (produtora de petróleo), Meca (o coração do islã, aonde todos os muçulmanos do mundo devem ir pelo menos uma vez na vida) e Medina (cidade sagrada e centro cultural). Medina é a cidade para a qual Maomé fugiu, [Hégira] em 622 d.C., quando foi perseguido em Meca por divulgar o Islã.
Acredita-se que a Arábia Saudita era o lar original de alguns povos bíblicos, como os cananeus e os amorreus. Muitos impérios antigos dominaram o território saudita nos períodos anteriores ao nascimento de Cristo. Alexandre, o Grande, tinha planos de conquistar a região, mas morreu antes de realizá-los. O primeiro grande acontecimento que marcou a Arábia Saudita foi o nascimento de Maomé, em 570. Por seu intermédio, o islã foi fundado no século VII e, desde então, as batalhas políticas e históricas ocorridas no país ficaram restritas às várias vertentes islâmicas lutando pelo poder. O nome saudita deriva de uma disputa política entre duas famílias tradicionais da Arábia, os Al Saud e os Al Rashid, em que os primeiros saíram vitoriosos. Após reconquistar e unificar (1932) os reinos dominados pela família Al Rashid, o rei Ibn Saud deu à Arábia seu sobrenome, permanecendo até hoje como Reino Arábia Saudita.
Desde então, este reino tem procurado caminhar em uma frágil linha entre o relacionamento com o mundo exterior e o isolamento, para preservar a pureza da fé islâmica. Atualmente, o país continua sendo governado por uma monarquia baseada na Sharia, a lei islâmica. Em março de 1992, uma série de decretos reais criou o primeiro Código de Direitos do país. Não há poder legislativo e as leis são estabelecidas pelo rei e por seus ministros. Em sua bandeira há uma frase que define o tipo de política adotada pelo Reino Saudita - o país é um Estado islâmico governado por uma monarquia, o rei é o chefe de estado e governo. O texto em árabe diz: “Não há nenhum Deus além de Alá e Maomé é seu profeta”. Esse texto é a Shahada, que significa “testemunho” e é a declaração de fé islâmica, a profissão de fé dos muçulmanos e o primeiro dos cinco pilares do Islã.
Na Arábia Saudita, é o Islã que legitima o governo do rei, que é responsável pela manutenção do estado teocrático.
População
Há cerca de 42 grupos étnicos na Árabia Saudita, todos unidos por um forte nacionalismo religioso. A população é adepta do Islamismo Sunita.
Economia
A Arábia Saudita tem uma economia baseada no petróleo, com forte controle governamental sobre as principais atividades econômicas. Possui cerca de 20% das reservas mundiais de petróleo comprovadas, classificando-se como o maior exportador de petróleo do mundo e desempenhando um papel de liderança na OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo). O setor petrolífero representa cerca de 80% das receitas orçamentais, 45% do PIB e 90% das receitas de exportação. A Arábia Saudita incentiva o crescimento do setor privado, a fim de diversificar a sua economia e empregar mais cidadãos sauditas.
O país tem aumentado os esforços nas áreas de geração de energia, telecomunicações, exploração de gás natural e petroquímica. Quase 6 milhões de trabalhadores estrangeiros desempenham um papel importante na economia do país, especialmente nos setores de petróleo e de serviços, enquanto Riad luta para reduzir o desemprego entre os seus nacionais. As autoridades estão particularmente concentradas em empregar sua grande população jovem, que geralmente não tem a educação e as competências técnicas para atender às necessidades do setor privado. Riad substancialmente impulsionou as despesas relativas à formação profissional e educação, mais recentemente com a abertura da Universidade de Ciência e Tecnologia – a primeira universidade da Arábia Saudita, coeducacional. Como parte de seu esforço para atrair investimentos estrangeiros, a Arábia Saudita aderiu à OMC (Ordem Mundial do Comércio) em dezembro de 2005, depois de muitos anos de negociações. O governo começou a criação de seis "cidades econômicas" em diferentes regiões para atrair investimento estrangeiro, planejando gastar 373 bilhões de dólares entre 2010 e 2014 no desenvolvimento social e nos projetos de infraestrutura, para promover o desenvolvimento econômico do país.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

     

     O Shabat é iniciado ao pôr-do-sol de cada sexta-feira. Deus abençoou o 7º dia - o Shabat - quando repousou, depois de ter completado sua obra de criação. Os judeus seguem a tradição de respeitar esse dia. Durante o Shabat, cria-se uma harmonia familiar e é a oportunidade de interromper o ritmo de vida cotidiano agitado. Todos se cumprimentam com "Shabat Shalom" e no seu final, despedem-se
 

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016





De volta ao Egito?

    Queixou-se o povo de sua sorte aos ouvidos do SENHOR; ouvindo-o o SENHOR, acendeu-se-lhe a ira, e fogo do SENHOR ardeu entre eles e consumiu extremidades do arraial. Nm. 11. 1

    O que aquelas pessoas tinham dito a Deus que o deixou tão irado a ponto de fazer que o fogo consumisse partes do acampamento deles?

     Vamos adiante na passagem: E o populacho que estava no meio deles veio a ter grande desejo das comidas dos egípcios; pelo que os filhos de Israel tornaram a chorar e também disseram: Quem nos dará carne a comer? Lembramo-nos dos peixes que, no Egito, comíamos de graça, dos pepinos, dos melões, dos alhos silvestres, das cebolas e dos alhos.Nm. 11. 4-5.

      Quem vê Israel falando assim - saudades do peixe que comíamos no Egito, dos pepinos, melões, cebolas, alhos - Parece que eles viviam no paraíso. Mas, esse mesmo povo a um tempo atrás, estava clamando a Deus para que o Senhor tirasse-os da escravidão que eles viviam naquele lugar.

     O escravo não tem vontade própria, Israel quando escravo vivia sob o domínio egípcio, eram explorados, castigados, humilhados... E agora estavam com saudades do Egito (tempo de escravidão)?

     Aí você me diz: Nos nossos dias isto não aconteceria, a escravidão já foi abolida, certo? Errado!
     Como assim? Tem muita gente que é escrava e não sabe.

     Exemplo: Tem pessoas que dizem não vir pra 'igreja', não se converter, por que teriam de levar uma vida muito presa, e não poderiam fazer nada além de, ir da igreja pra casa, da casa pra igreja. E se ela não fizer isso terá (no pensamento dela) uma vida de liberdade.

     Mas, na verdade aqueles que ainda não entregaram-se pra Jesus vivem na escravidão, e por estarem longe de Deus são vulneráveis aos ataques, e ao agir do mal. Liberdade eu só tenho quando venho pra Cristo!

      Se neste momento você diz: Eu já entreguei minha vida pra Cristo. Então por ele você foi liberto da escravidão que vivia na velha vida, com as velhas práticas e seu velho proceder que te faziam permanecer como escravo do mal.  Liberdade só há em Jesus.

      Para liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão. Gl. 5. 1.

      Olhando para este verso acima e tomando como exemplo também o que aconteceu com o povo de Israel naqueles dias, chegamos facilmente a conclusão de que precisamos vigiar, e muito. Por que?

      Somos seres sujeitos ao erro,  habitamos num corpo corruptível e assim como aconteceu com os Israelitas pode acontecer conosco. Veja que o povo começou a sentir saudade das comidas do Egito, mas para que pudessem comer as comidas do Egito (como se isso fosse algo bom) teriam de submeter-se novamente ao jugo de escravidão.

     E se você amigo(a) já não vive mais na escravidão, pois Cristo o tirou de lá, cuide para não voltar; vigie para não surgir em ti 'saudades' da velha vida, de velhas práticas. Não alimente esses sentimentos, essas vontades, mas repreenda no nome de Jesus. Não deixe satanás te iludir, permaneça firme e não se submeta de novo ao jugo de escravidão!

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

O HOLOCAUSTO

"Holocausto" é uma palavra de origem grega que significa "sacrifício pelo fogo". O significado moderno do Holocausto é o da perseguição e extermínio sistemático, apoiado pelo governo nazista, de cerca de seis milhões de judeus. Os nazistas, que chegaram ao poder na Alemanha em janeiro de 1933, acreditavam que os alemães eram "racialmente superiores" e que os judeus eram "inferiores", sendo uma ameaça à auto-entitulada comunidade racial alemã.
Durante o Holocausto as autoridades alemãs também destruíram grandes partes de outros grupos considerados "racialmente inferiores": os ciganos, os deficientes físicos e mentais, e eslavos (poloneses, russos e de outros países do leste europeu). Outros grupos eram perseguidos por seu comportamento político, ideológico ou comportamental, tais como os comunistas, os socialistas, as Testemunhas de Jeová e os homossexuais.
Em 1933, a população judaica européia era de mais de nove milhões de pessoas. A maioria dos judeus europeus vivia em países que a Alemanha nazista ocuparia ou viria a influenciar durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1945, os alemães e seus colaboradores já haviam assassinado dois entre cada três judeus europeus, em uma operação por eles denominada "Solução Final", que era a política nazistapara matar todos judeus. Embora os judeus fossem as principais vítimas do racismo nazista, existiam também outras vítimas, incluindo duzentos mil ciganos, e pelo menos 200.000 pessoas com deficiências físicas ou mentais, em sua maioria alemães, que viviam em instituições próprias e foram assassinados no chamado Programa Eutanásia.
Conforme a tirania alemã se espalhava pela Europa, os nazistas e seus colaboradores perseguiram e mataram milhões de pessoas de outros povos. Entre dois a três milhões de soviéticos prisioneiros de guerra foram assassinados, ou morreram de inanição, enfermidades, negligência, ou maltrato. Os alemães queriam aniquilar a elite intelectual polonesa, judia e não judia, bem como levar cidadãos poloneses e soviéticos para o trabalho forçado na Alemanha e na Polônia ocupada, onde eles trabalhavamcomo escravos e muitas vezes morriam sob terríveis condições. Desde o início do regime nazista as autoridades alemãs perseguiram os homossexuais e outros grupos que se comportavamse diferentemente das normas sociais vigentes, mesmo que fossem pacíficos. Os oficias da polícia alemã focalizaram seu trabalho de destruição contra oponentes políticos do nazismo--comunistas, socialistas e sindicalistas—e também contra dissidentes religiosos, tais como as Testemunhas de Jeová. Muitas destas pessoas morreram como resultado de encarceramento e maus tratos.
No início do regime nazista o governo Nacional-Socialista criou campos de concentração para deter seus oponentes políticos e ideológicos. Nos anos que antecederam a Guerra as SS e as autoridades policiais prenderam um número grande de judeus, ciganos e outras vítimas do seu ódio étnico e racial naqueles campos. Para concentrar, monitorar, e facilitar a deportação futura da população judaica, os alemães e seus colaboradores criaram guetos, campos de transição e campos de trabalho escravo para judeus. As autoridades alemãs também estabeleceram um grande número de campos que exploravam o trabalho forçado de não-judeus, tanto no chamado Grande Reich Alemão quanto nos territórios ocupados pela Alemanha.
Após a invasão da União Soviética, em junho de 1941, asEinsatzgruppen, unidades móveis de extermínio, e posteriormente os batalhões policiais militarizados atravessaram as linhas fronteiriças alemãs para realizar operações de assassinato em massa de judeus, ciganos, e autoridades governamentais do estado soviético e do Partido Comunista. As unidades das SS e da polícia alemã, apoiadas pelas unidades da Wehrmacht-SS e das Waffen-SS, assassinaram mais de um milhão de homens, mulheres e crianças judias, além de outras centenas de milhares de pessoas de outras etnias. Entre 1941 e 1944, as autoridades nazistas alemãs deportaram milhões de judeus da Alemanha, dos territórios ocupados e dos países aliados ao Eixo para guetos e campos de extermínio, muitas vezes chamados de centros de extermínio, onde eram mortos nas instalações de gás criadas para cumprir esta finalidade.
Nos meses que antecederam o final da Guerra os guardas das SS transferiram os prisioneiros dos campos em trens, ou em marchas forçadas conhecidas como "marchas da morte", na tentativa de evitar que os Aliados os liberatssem. Conforme as forças Aliadas atravessavam a Europa, em uma série de ofensivas contra a Alemanha, elas começaram a encontrar e a libertar prisioneiros dos campos de concentração e aqueles que estavam sendo levados de um campo para outro. Estas marchas continuaram até o dia 7 de maio de 1945, o dia em que as forças armadas da Alemanha se renderam incondicionalmente aos Aliados. Para os Aliados ocidentais a Segunda Guerra Mundial terminou oficialmente na Europa no dia seguinte, em 8 de maio, o (V-E Day, o Dia da Vitória, no entanto as forças soviéticas proclamaram seu "Dia da Vitória" como 9 de maio de 1945.
Após o Holocausto muitos sobreviventes encontraram abrigo nos campos para deslocados de guerra (DP) administrados pelos poderes Aliados. Entre 1948 e 1951, cerca de 700.000 sobreviventes emigraram da Europa para Israel. Muitos outros judeus deslocados de guerra emigraram para os Estados Unidos e para outras nações, tais como o Brasil. O último campo para deslocados de guerra foi fechado em 1957. Os crimes cometidos durante o Holocausto devastaram a maiorias das comunidades judaicas da Europa, eliminando totalmente centenas destas comunidades centenárias.
Copyright © United States Holocaust Memorial Museum, Washington, DC

Tão Somentes Crianças - Infâncias roubadas no Holocausto

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Nomes bíblicos bonitos para meninas e seus significadosPosted by admin on 03 dezembro 2014 under


Bebês, Nomes para Bebês
nomes bíblicos para meninas - Copia

Muitos pais quando estão escolhendo o nome do seu bebê acabam se inspirando na bíblia. Muitos pais acabam optando em escolher o nome do seu bebê devido a sua religião ou pelo os bonitos significados que possui. Se você ainda está pensando no nome bíblico que colocará em sua filha, confira a seguir várias sugestões com nomes bíblicos bonitos para meninas e seus significados:
Nomes bíblicos bonitos para meninas e seus significados:
MARIA – Vem do hebraico, significado: senhora soberana.
ANA – Vem do hebraico, significado: cheia de graça, a benéfica.
SOPHIA – Vem do latim, significado: A sábia.
LAURA – Vem do latim, significado: Coroa de folhas de louro.
ALICE – Vem do Fenício, significado: A verdadeira.
LORENA – Vem do Grego, significado: Energia e força.
JULIA – Vem do Latim, significado: Cheia de energia.
ISABELLA (FORMA LATINIZADA DE ISABEL) – Vem do Latim, significado: Casta, pura e consagrada a Deus.
YASMIN – Vem do Árabe, significado: Flor branca.
BEATRIZ – Vem do Latim, significado: Aquela que faz os outros felizes.
MANUELA – Vem do hebraico, significado: “Deus está conosco” ou “Deus conosco”.
ISABELLY (VARIANTE DE ISABEL) – Nome bíblico origem desconhecida, significado: “Que se dedica a Deus”.
SOFIA – Vem do Grego, significado: A sábia.
ANNA (FORMA ALEMÃ E ITALIANA DE ANA) – Vem do Alemão, significado: Cheia de graça, a benéfica.
ISADORA – Vem do Grego, significado: Dádiva de ísis.
MARIANA – Vem do Grego, significado: “Senhora soberana cheia de graça”, “mulher pura e graciosa” e “senhorinha soberana”
MELISSA – Vem do Grego, significado: “abelha” ou “mel”.
LARA – Vem do Grego, significado: “deusa do silêncio eterno”, “muda” ou “falante” e “vitoriosa”
GIOVANNA – Vem do Italiano, significado: “agraciada por Deus”, “a graça e misericórdia de Deus” e “Deus perdoa”.
ISABELA – Vem do Latim, significado: “casta” ou “ pura”.
EMILLY (VARIANTE GRÁFICA DE EMILY) – Forma inglesa de Emília, significado: “rival”, “a que fala de modo agradável”.
HELENA – Vem do Grego, significado: tocha, luz, luminosa.
VALENTINA – Vem do Latim, significado: Forte.
LÍVIA – Vem do Latim, significado: Pálida.
LARISSA – Vem do Grego, significado: Cheia de alegria.
RAFAELA – Vem do Hebraico, significado: Curada por deus.
EMANUELLY – Vem do Hebraico, significado: “Deus está conosco” ou “Deus conosco”.
HELOISA – Vem do Francês, significado: Guerreira.
GABRIELA – Vem do Hebraico, significado: “mulher forte de Deus” ou “fortaleza de Deus”.
VITÓRIA – Vem do Latim, significado: Aquela que vence.
NICOLLY (VARIAÇÃO DO NOME NICOLE) – Vem do Francês, significado: “a que vence com o povo” ou “a que conduz o povo à vitória”.
LUIZA (VARIAÇÃO DO NOME NICOLE) – Vem do Germânico, significado: “combatente gloriosa”, “guerreira famosa” ou “famosa na guerra”.
BIANCA – Vem do Italiano, significado: “branca” ou “alva”.
SARAH – Vem do Hebraico, significado: “princesa” ou “filha do rei”.

FERNANDA – Vem do Germânico, significado: “ousada para atingir a paz”.
REBECA – Vem do Hebraico, significado: “aquela que une”.
BRENDA – Vem do Germânico, significado: “espada”, “princesa” ou “chefe”.
RAFAELLA (variação gráfica de Rafaela) Vem do Hebraico, significado: “Curada por Deus”.
EDUARDA – Vem do Anglo-saxâo, significado: “guardiã ou protetora das riquezas” ou “guardiã rica”.
ESTER – Vem do Hebraico, significado: Estrela.
AGATHA – Vem do Grego, significado: Bondosa e predispões a criança ao amor.
AMANDA – Vem do Latim, significado: “amável”, “aquela que deve ser amada”, “digna de amor”.
LETÍCIA – Vem do Latim, significado: “alegria”, “prazer”, “felicidade”.
RAYSSA – (Variação do nome Raissa) Vem do Grego, significado: “alegria”, “prazer”, “felicidade”.
PIETRA (Variação feminina de Pietro – que em português é Pedro) Vem do Italiano mais com origem grega, significado: Pedra.
CLARA – Vem do Latim, significado: “brilhante”, “clara”, “luminosa” e “ilustre”.
MARINA – Vem do Latim, significado: “a que vem do mar”, “marinha”.
LUANA – Vem do Italiano, significado: “a reluzente”, ou “combatente gloriosa cheia de graça”, “guerreira famosa e graciosa”, ou ainda “calma”, “relaxada”, “descansada”
LAVÍNIA – Vem do Latim, significado: A que se purifica.
MILENA – Vem do Latim, significado: Amorosa.
MIRELLA – Vem do Inglês, significado: “de pele escura”, “negra”.
BRUNA – Vem do Italiano, significado: “escura”, “morena”.
KAMILLY – (variação da escrita para o nome Camile, variação francesa de Camila). Vem do Francês mais sua origem é do Latim, significado: “mensageira”, “sacerdote que assistia os sacrifícios” ou “menina de coro”.
ELOÁ – Vem do Hebraico, significado: “Deus”.
CAROLINA – Vem do Teutônico, significado: “mulher do povo”, “mulher doce”.
VICTÓRIA – Vem do Latim, significado: “vitória”, “vencedora”, “aquela que vence”.
JULIANA – Vem do Latim, significado: “macia”, “fofa”, “jovem”, ou “filha de Júpiter”.
CAMILA – Vem do Latim, significado: “mensageira dos deuses”, “menina sacerdote” ou “menina de coro”.
SABRINA – Vem do Celta, significado: “a que é da fronteira”.
LAÍS – Vem do Grego, significado: “a democrática” e “a popular”.
CATARINA – Vem do Grego, significado: “pura”, “casta”.
RAQUEL – Vem personagem bíblica mencionada no Antigo Testamento, significado: “ovelha”, “mansa, pacífica”.
ELISA – Vem do Hebraico, significado: “o meu Deus é um juramento”, “Deus é abundância” ou “alegre”
CECÍLIA – Vem do Latim, significado: “cega”, “sábia” ou “a guardiã dos músicos”
AYLA – Vem do Hebraico, significado: “carvalho”, “terebinto” ou “luz da lua”, “luar”
BÁRBARA – Vem do Latim, significado: “estrangeira”, “forasteira” ou “a estranha”.
 

PRINCESA DE SABÁ,,,

Celebrando a feminilidade das mulheres negrasAlternar lateral
SOBRE A RAINHA DE SABÁ
Sabá (cujo nome significa “pão do céu e da paz”) era um país rico em ouro e outras pedras preciosas, bem como incenso e especiarias exóticas procurados pelos reinos vizinhos. Ao saber que nas proximidades havia um rei muito rico e sábio, a Rainha de Sabá e viajou até ele com vários presentes, incluindo aproximadamente 4 toneladas e meia de ouro, além de muitas pedras preciosas especiarias e belas madeiras, pretendendo saber a fonte e a origem da sabedoria e riqueza daquele povo estrangeiro
Uma mulher negra inteligente, que fez perguntas ardilosas ao Rei Salomão. Esta era a Rainha de Sabá, que desejava saber se ele era tão sábio quanto se comentava. Assim, a Bíblia (I Reis, 10:1-13). está interessada nela por causa de sua inteligência, embora as escrituras também mencionem detalhes de sua riqueza, beleza, elegância e ternura.
De acordo com a tradição judaico-cristã, Salomão foi o mais sábio, o mais rico e o mais famoso dos reis de Israel, e construtor do primeiro templo de Jerusalém. O rei Salomão apaixonou-se profundamente pela Rainha de Sabá e dedicou a ela o livro de Cantares (Cântico dos Cânticos), descrito de maneira tão poética, tão livre e eloqüente, que faz do Cântico dos Cânticos um dos mais belos poemas de amor da literatura universal, uma verdadeira ode à beleza e elegância da mulher negra.
“MULHERES DE JERUSALÉM, EU SOU NEGRA E BELA. SOU NEGRA COMO AS TENDAS DE QUEDAR, COMO AS CORTINAS DO PALÁCIO DE SALOMÃO”. (SEPTUAGINTA; CANTARES DE SALOMÃO 1.5)
Edward Poynter (1836-1919) em “A Visita da Rainha de Sabá ao Rei Salomão”
A biografia da Rainha de Sabá está registrada na História de diversos povos por intermédio do livro sagrado dosjudeus (Torá), muçulmanos (Alcorão), etíopes rastafaris (Kebra Nagast ou “Glória dos Reis) e dos cristãos(Bíblia). Os islâmicos a chamam de Belkis, os etíopes de Makeda e o historiador judeu Flávio Josefo a denomina deNicaula, afirmando que o governo da Rainha de Sabá estendia-se da Etiópia ao Egito. Na história do povo sabeu radicado no sul da Arábia, Sabá de Biltis foi uma sábia rainha que levou seu povo à pura adoração ao Senhor.
No ano de 2008, os pesquisadores da Universidade de Hamburgo anunciaram que arqueólogos alemães descobriram os restos do palácio da rainha de Sabá em Aksum, cidade sagrada da Etiópia. Sabá era conhecido como o país das mil fragrâncias; existiu por 1 800 anos e só desapareceu por volta do ano 600 da era cristã, pouco antes do advento do islamismo.
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Afresco etíope da rainha de Sabá rumo a Jerusalém, cavalgando e armada com espada e lança (Museu Nacional de Addis Ababa)
Ao longo da História, Rainha de Sabá tem alimentado a imaginação de pintores, cineastas, historiadores .É retratada em 1512 nas Pinturas de Lambert Sustris, “A Chegada da Rainha de Sabá”, sendo tema de filmes como “Salomão e a Rainha de Sabá”, dirigido em 1959 por King Vidor, e “As Mil e Uma Noites”, de Pier Paolo Pasolini, filmado em 1973