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quinta-feira, 24 de maio de 2012








Pais Filhos e a Igreja

Como membro da sociedade os pais cristãos precisam educar seus filhos, e não deve deixar tal encargo sob responsabilidade da igreja, ou de qualquer outra instituição. Tal incumbência é única e exclusivamente dos pais. Se faltar os pais, tal incumbência deve ser transferida a outra pessoa que desempenhe este papel: avós, tios, ou, em último caso, uma instituição estabelecida pela sociedade (orfanato).
- O que fazer para manter meu filho dentro da igreja? Esta é uma pergunta feita por muitos pais cristãos.
Aqueles que têm filhos pequenos querem fórmulas para prevenir que seus filhos não se desviem da igreja, e os que têm filhos grandes, que se distanciaram da igreja, desejam que Deus realize um milagre.
O que fazer?
Em primeiro lugar, todo cristão deve estar consciente que ‘os filhos da carne não são filhos de Deus’. Como? O meu filho, nascido em berço evangélico e/ou protestante não é filho de Deus?
Ora, se ‘filho de crente fosse filho de Deus’, teríamos que concordar que todos os descendentes de Abraão também são filhos de Deus, porém, não é isto que a bíblia ensina.
O apóstolo Paulo ao escrever aos cristãos em Roma, deixou claro que, ser descendente da carne de Abraão não é o que concede filiação divina “Não que a palavra de Deus haja faltado, porque nem todos os que são de Israel são israelitas; Nem por serem descendência de Abraão são todos filhos” ( Rm 9:6 -7 ).
Ou seja, “... não são os filhos da carne que são filhos de Deus, mas os filhos da promessa são contados como descendência” ( Rm 9:8 ). Ora, se os filhos de Abraão não são filhos de Deus, segue-se também que filho de crente não é filho de Deus.
Logo, qualquer que queira alcançar filiação divina tem que ter a mesma fé que teve o crente Abraão, ou seja, para que um filho de um cristão seja filho de Deus, necessariamente precisa crer do mesmo modo que o pai creu na mensagem do evangelho “Sabei, pois, que os que são da fé são filhos de Abraão” ( Gl 3:7 ).
Somente os que são gerados através da semente incorruptível, que é a palavra de Deus, são filhos de Deus, ou seja, filhos de cristãos não são necessariamente filhos de Deus.
Em segundo lugar, todos cristãos devem estar cônscios que o corpo de Cristo, que também é nomeado de igreja, não pode ser confundido com instituições humanas, tais como a família e a igreja. Fazer parte de uma instituição humana não torna o homem pertencente ao corpo de Cristo, ou seja, salvo.
Como membro da sociedade os pais cristãos precisam educar seus filhos, e não deve deixar tal encargo sob responsabilidade da igreja, ou de qualquer outra instituição. Tal incumbência é única e exclusivamente dos pais. Se faltar os pais, tal incumbência deve ser transferida a outra pessoa que desempenhe este papel: avós, tios, ou, em último caso, uma instituição estabelecida pela sociedade (orfanato).
Por que a missão de educar filhos não pode ser delegada? Porque dentro da normalidade os pais são as pessoas que possuem a melhor e maior relação de confiança nos primeiros anos de vida de um indivíduo. Com base nesta relação de confiança a instituição família torna-se um laboratório onde todos os ensaios para se produzir um cidadão responsável é levado a efeito.
Dentro da família é que se aprende o que é autoridade e responsabilidade. No seio da família é que se aprende e se desenvolvem as relações humanas, tais como fraternidade, amizade, confiança, respeito, afetividade, etc.
Como os pais possuem a melhor e maior relação de confiança, também são eles os mais indicados para apresentar o evangelho de Cristo às crianças durante o processo educativo. Portanto, é salutar que os pais não apresentem aos filhos um Deus vingativo e rancoroso. Frases do tipo: “– Não faça isto porque papai do céu não gosta! Ou, - se você fizer isto, Deus castiga!”, não reflete a verdade do evangelho e causa um prejuízo enorme a compreensão da criança.
A relação que o evangelho estabelece entre Deus e os homens se pauta pela confiança e fidelidade. É possível confiar em alguém rancoroso e vingativo? Não! Ora, como é possível um jovem confiar em Deus, se o que lhe foi apresentado não condiz com a verdade do evangelho?
Os pais precisam demonstrar aos filhos que alguns comportamentos não são tolerados porque efetivamente o pai e a mãe desaprovam. Que tais atitudes são proibidas efetivamente pelo pai e pela mãe. Que tal comportamento é pernicioso e toda a sociedade também desaprovam.
Não apresente para seu filho um Deus rancoroso, nervoso, que está pronto a castigá-lo diante de qualquer erro de conduta. Tal comportamento por parte dos pais demonstra claramente que estão fugindo de sua responsabilidade como educador.
Educar os filhos estabelecendo uma relação de medo, tendo Deus, a igreja, o pastor, o padre, o diabo, o inferno, a polícia, boi da cara preta, etc., como algozes ou elemento de punição, acaba por produzir homens que não respeitam as instituições e desprezam os que exercem autoridade. Este tipo de educação estabelece o medo em lugar do respeito, pois a relação de confiança não é estabelecida. Quando o medo passa já não há mais motivo para obedecer.
Os pais que agem desta maneira ao educar os seus filhos têm sim sua parcela de culpa no desencaminhar dos filhos. A igreja também tem o seu quinhão, pois deixou de apontar os pais como únicos e legítimos responsáveis pela educação dos seus filhos. O estado também é culpado, pois assume o papel de educador, quando na verdade, é somente veículo de transmissão de conhecimento.
Se as bases da educação não forem delineadas no seio da família, e tais conceitos aplicados e experimentados nas relações familiar, qualquer outra instituição humana, como a igreja e o estado estarão fadados ao fracasso.
Muitos pais se aplicam ao trabalho, ao estudo e a igreja, porém, não investem tempo na educação dos filhos. A educação dos filhos se dá em tempo integral e não é salutar negligenciar este tempo.
A preocupação com os filhos geralmente surge apenas quando os pais cristãos sentem que seus filhos estão se distanciando da instituição igreja. Temerosos apelam para a imposição e coerção, obrigando os filhos a irem à igreja. Tal atitude é ainda mais equivocada do que não ter instruído a criança no tempo certo.
Estas questões sobressaltam alguns pais cristãos porque não sabem divisar qual é o seu papel como membro da sociedade, e qual a sua missão como embaixador do evangelho. Pais cristãos não podem misturar estas duas funções.
Os pais cristãos têm duas missões bem distintas: a) educar os filhos para serem membros da sociedade, e; b) anunciar as maravilhosas promessas do evangelho aos filhos para que jamais se distanciem da fé.
Estas missões devem ser desempenhadas desde a mais tenra idade, tendo o cuidado de se ocupar simultaneamente da educação e formação de um cidadão, sem negligenciar o ensino da palavra da verdade, enfatizando o amor e a fidelidade de Deus.
Desde pequenino a criança deve ser ensinada a respeitar as autoridades, e é através dos pais que a criança será exercitada quanto à submissão a autoridade. Através dos irmãos, avós e tios a criança aprenderá o respeito e o convívio. Como os amigos, professores, vizinhos e estranhos a criança aprenderá as relações com o mundo.
E quanto ao evangelho? O que a bíblia recomenda? Lemos em Deuteronômio o seguinte: “E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te” ( Dt 6:7 ). Sobre o caminho da vida a criança deve ser instruída em todo tempo, ou seja, em casa, no caminho, no deitar e no levantar.
A instrução das sagradas ‘letras’ é encargo dos pais! Delegar tal função ao professor da escola dominical não é o recomendado pelas escrituras, além do mais, restringe o tempo de ensino acerca de Cristo a uma vez por semana, por um período de apenas uma hora. Totalmente diferente do que a escritura recomenda: ensino diário.
Os pais precisam ajudar as crianças a compreenderem que todos devem obediência aos pais e a sociedade. A submissão aos pais hoje, é um ensaio e um aprendizado à submissão que será exigido pela sociedade, tanto na escola quanto no trabalho.
Após ser instruído, mesmo que o jovem não queria seguir o evangelho de Cristo, teremos um cidadão comprometido com certos valores sociais.
Um dos problemas pertinente a educação de filhos de cristãos hoje está em misturar educação familiar com igreja. Delegar à igreja a responsabilidade de transmitir valores socioculturais é um grande erro. Quando o jovem cresce e se decepciona com certas pessoas dentro da instituição, acaba se afastando da igreja e ao mesmo tempo rebela-se contra todo e qualquer tipo de valores sociais.
Quando os pais estão cônscios de que não geram filhos para Deus, se aplicam mais na educação e evangelização dos filhos. Também não se desesperam quando virem que seus rebentos não estão com vontade de ir à igreja. Não se sentirão culpados ou responsáveis por seus filhos quando eles não acatarem algumas questões institucionais.
É preciso educar os filhos através do ensino da palavra de Deus, porém, sem esquecer-se de transmitir e inculcar valores sociais. Na educação está inserido a conversa, a brincadeira, a repreensão, o alerta, etc. Permita aos filhos vivenciarem todas as fases da vida, desde a meninice, a adolescência e a juventude.
Mas, o que fazer quando os filhos se desviam da igreja? Em primeiro lugar é necessário distinguir se os filhos se desviaram do evangelho ou se distanciaram de uma determinada instituição.
Desconhecer princípios elementares do evangelho leva os pais a confundirem o que é ser filho de Deus com o pertencer a uma determinada igreja. Se um filho deixou de ser assíduo na igreja, não deve ser rotulado de desviado, ou que está a passos largos para o inferno, etc.
Se uma pessoa professa a verdade do evangelho conforme diz as escrituras, isto significa que não é um desviado, antes deve ser alertado somente quanto à necessidade de se congregar. Talvez seja necessário que os pais investiguem o motivo pelo qual os seus filhos estão deixando o hábito de reunir-se com outros cristãos.
Agora, se o filho não professa a verdade do evangelho e continua congregando por habito, a condição dele diante de Deus é preocupante. O que ele sabe acerca do evangelho? Ele professa a fé do evangelho? Se a resposta é negativa, é necessário anunciar-lhe a verdade do evangelho, para que ele creia e venha a ser salvo, e não somente um freqüentador de igreja.

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REQUISITO - é uma exigência necessária para certos fins, certos efeitos.
É importante e bom saber que uma pessoa vale e pesa pelo que é e pensa. Ora o professor de crianças da Escola Dominical é, sobretudo um crente que sabe manusear a Palavra de Deus. Ele deve ser dinâmico e corajoso, pois luta contra tudo o que contraria os ensinos Bíblicos.
1º REQUISITO: VOCAÇÃO
Toda profissão exige qualidades e aptidões das pessoas que a exercem. A isto chamamos de vocação.
VOCAÇÃO - é uma disposição natural do espírito, é como uma força interna que age nas pessoas dando-lhe a capacidade para desempenhar uma certa atividade. Talvez não haja no mundo uma função que mais exija este talento que a do professor. As pessoas separadas para esse trabalho devem ser realmente vocacionadas. Medite: I Coríntios 7.20. Devemos desempenhar a nossa tarefa com muita abnegação, porque sabemos que fomos chamados por Deus, e seremos recompensados por Ele. A função essencial do professor de crianças na Escola Dominical é ajudar a criança a desenvolver os seus conhecimentos e a sua personalidade. O professor é uma pessoa que procura antes de tudo guiar, orientar, encorajar e descobrir o interesse dos pequenos. É um trabalho árduo e como tal apresenta segredos e dificuldades. É preciso o professor de criança ser idealista. E o professor que tem vocação sempre procura novas maneiras, novas técnicas para despertar o interesse da criança pela palavra de Deus.
Aquele que professa algo está revelando que sabe o que professa. Se alguém professa medicina, direito ou pedagogia está também consciente de que sabe essas ciências. Um construtor não professa medicina, nem pedagogia, nem direito. Se alguém professa alguma matéria, ter de ser entendido nela. O professor dever ser um homem versado nas matérias que professa. E versado é o homem que é experimentado, que é entendido.
O professor da Escola Dominical de crianças deve ser versado em assuntos bíblicos e no modo de aplicá-los as crianças. E só faremos um trabalho perfeito, com brilho sob a orientação do Divino Mestre e com a inspiração do Santo Espírito de Deus. Para sermos professores capazes é preciso abrirmos o nosso coração para morada do Espírito de Deus, porque Ele é quem dá inspiração.
2º REQUISITO: DEDICAÇÃO
DEDICAÇÃO - é uma virtude que se identifica quando uma pessoa demonstra zelo e interesse total para fazer alguma coisa em favor de alguém. Sem que haja essa disposição não há dedicação. A soma da vontade de fazer alguma coisa, mais o interesse de chegar a conclusão desse desejo, podemos classificar como dedicação. Por exemplo: Se você gosta de ensinar crianças, irá procurar um meio pelo qual elas aprendam cada vez mais. Ora, para se chegar a conseguir da criança um bom rendimento na aprendizagem é preciso que haja dedicação que vem a ser sinônimo de interesse e de vontade.
3º REQUISITO: AMAR A CRIANÇA A PONTO DE DOMINÁ-LA
A criança sem afeto tornar-se-á uma pessoa desajustada e, consequentemente, sem domínio sobre si mesma. Por isso se diz que o amor é dado em troca de uma necessidade. A criança aprende a amar os outros, quando recebe amor. A criança que não recebe afeto, cresce conhecendo somente revolta e desprezo pelo próximo e também não ama; tudo por ter sido criada sem carinho. Suas reações serão as mesmas que sentiu pelos maus tratos que recebeu. Está na obrigação do professor ajudar o desenvolvimento da personalidade da criança, tratando-a com carinho.
Para que não ocorra um desvio na caráter da criança, precisam os líderes dar o máximo de si mesmos, muito afeto e bom trato, para prenderem a atenção e a confiança da criança. Lembrem-se de que as crianças confiam e acreditam em quem amam. Procure sempre falar-lhe a verdade. Nunca prometa o que não possa cumprir, uma simples “mentirinha” tira para sempre sua credibilidade. Para obtermos domínio sobre a criança é necessário fazermos uma sondagem, pois cada indivíduo, possui características próprias. O ser humano não pode ser generalizado. É recomendado aos líderes distribuir as tarefas de modo agradável, pois, o trabalho mental excessivo é mais prejudicial que o físico, quando não bem regulado causa irritação e inquietação. Nunca se pode desprezar as perguntinhas da criança, mesmo que sejam um tanto sem lógica; a resposta faz com que adquiram confiança, amizade e, sobretudo, liberdade para confidenciar suas aventuras e sentimentos com o professor. Devemos acatar as iniciativas da criança, sempre que possível, aproveitando seu comportamento para dar como exemplo a outros.
Conversar com as crianças, sem critica-las, é uma boa maneira de demonstrar-lhes amor. Tenha sempre um sorriso para elas. Este amor deve ser mantido com autoridade. Sendo necessário uma repreensão, repreenda de modo meigo, com amabilidade, lembrando-se de que “resposta branda desvia o furor” (Pv 15:01).
4º REQUISITO: CAPACIDADE PARA ENTENDER A CRIANÇA
Sentir amor pela tarefa que tem a desempenhar é o ponto básico para entender a criança, e compreender as suas necessidades de aprendizagem e afeto, que são fundamentais. Lembrem-se de que o professor contribui essencialmente para a formação da personalidade infantil.
Na parte espiritual, Deus se agrada de quem se dispõe a cumprir sua ordem “Instrui o menino no caminho em que deve seguir” (Pv 22:6). É imprescindível um entrosamento com os pais, a fim de saber as necessidades que tem a criança tanto espiritual como emocionalmente: carência de afeto materno etc., para que o professor possa contornar a situação, dentro dos métodos psicológicos.
O convívio com Deus prepara a criança para conviver com outras crianças. O professor prepara a criança para conviver dentro da sociedade cristã (viver acompanhada e ser companhia). Levar uma criança a Deus é algo muito importante na vida. Ser moderado e amável são características básicas para liderar crianças, valorizando a personalidade de cada uma. A criança precisa amadurecer onde haja paz, calor humano e sobretudo conhecimento de Deus. Tendo idoneidade para corrigir a criança, quando necessário, faça-o mas faça a sós, para evitar comentários infrutíferos, ou agressividade. É claro que, às vezes precisamos repreendê-las, mas quando isto for necessário devemos fazer com muita (precisão) precaução e carinho. E sempre que as corrigirmos devemos mostrar-lhes que a vontade de Deus é que sejam obedientes, pois Deus gosta de crianças obedientes.
É dever do professor saber versículos bíblicos que dêem a conhecer como devemos nos portar na Casa de Deus. Quando o professor assim procede a sua classe é sempre a mais freqüentada, porque os alunos se sentem felizes em estar com ele e se interessam por aprender dele a palavra de Deus.
5º REQUISITO: MORAL PERANTE A IGREJA
Nós mesmos somos a Igreja, logo precisamos ser dignos, sobretudo sinceros entre nós mesmos. Porque bem sabemos que não se deve ensinar o que não se pratica. Foi por isso que Jesus chamou os judeus de hipócritas (Mt 15:7,9). Não deve o nosso amor ser fingido, mas ser um amor cordial, com honra uns para com os outros (Rm 12: 9,10). A moral assinala o que é honesto e virtuoso segundo os ditames da nossa consciência e os princípios humanos, a ética diz que a moral trata dessas coisas e dos nossos bons costumes, e do cumprimento dos nossos deveres. Assim podemos ver que a moral é o conjunto das nossas atitudes e dos bons costumes para o domínio espiritual.
O professor de crianças da Escola Dominical deve possuir as qualidades morais citadas, porque não se pode educar sem Deus, e muito menos, utilizar a Bíblia só de lábios e não com a vida moral. Sem estas qualidades perante o povo de Deus e perante o mundo, não é possível, porque somos a carta de Cristo conhecida e lida por todas as pessoas (II Co 3: 2,3).
6º REQUISITO: SER EDUCADO NO TRATO
Todos gostam de receber um bom tratamento, e mui especialmente as crianças. Elas sempre estão à procura de alguém que as ame, que lhes dê carinho, e que lhes transmita segurança. Cabe ao professor usar a maneira mais eficiente para transmitir a mensagem desejada à criança.
João Batista nos orienta a este respeito quando diz que “a ninguém trateis mal” (Lc 3:14) e Tiago diz: “Quem dentre vós é sábio e entendido? Mostre pelo seu bom trato as suas obras em mansidão de sabedoria” (Tg 3:13). O professor que se preocupa com o trato dos seus alunos é bem recompensado, porque tem mais probabilidade de alcançar os seus objetivos e encontrará mais cooperação da parte de todos. As crianças não gostam de olhares indiferentes, de palavras arrogantes, nem de gestos bruscos. Portanto, para cativá-las devemos demonstrar-lhes a nossa alegria em tê-las presentes, elogiando-as, quando necessário, e sempre externar o nosso interesse por elas.
O professor que utiliza o castigo e a repreensão em alta dosagem e demonstra falta de confiança nos alunos, provoca neles reações, como: sentimento de revolta, angústia, passividade e submissão.
7º REQUISITO: NÃO TRANSMITIR SEUS PROBLEMAS AS CRIANÇAS
Um dos principais requisitos para um bom professor é o equilíbrio emocional, é uma qualidade indispensável. O professor deve ser uma pessoa calma, capaz de dominar suas reações emocionais. O professor que transmite os seus problemas pessoais na hora de aula é antididátido e prejudica o seu próprio trabalho. Os alunos são extremamente sensíveis ao estado emocional do professor. Deste depende criar um ambiente de confiança, cordialidade e compreensão, para favorecer o rendimento do ensino, e consolidar a personalidade dos próprios alunos. Devemos lembrar que a criança tem uma alta capacidade de percepção. Para o professor é necessário ter um padrão de comportamento estável perante as crianças. O professor não pode ser oscilante (duas caras), em seu comportamento, pois a criança e o adolescente tem a tendência de imitar os adultos que adquiram pela força, inteligência ou qualidades pessoais. Por isso é necessário que o educador tenha uma personalidade equilibrada e saiba controlar suas emoções.
8º REQUISITO: SENTIR-SE RESPONSÁVEL PELA SALVAÇÃO E FORMAÇÃO ESPIRITUAL DA CRIANÇA
A criança assume um compromisso inconsciente perante se própria e perante seus pais, de freqüentar a Escola Dominical. Os pais por sua vez, confiam e entregam seus filhos para que ali sejam orientados. Esse já é um grande passo dado para a formação espiritual da criança. Uma grande parcela dessa responsabilidade cabe à família e outra ao professor. Porque é dele que a criança vai aprender algo da parte de Deus, e das coisas espirituais. Portanto, é dever do professor corresponder esta expectativa. Lemos em Zacarias 12:1 que é o Senhor quem forma o espírito dentro do homem. Porém nós somos os instrumentos utilizados por Deus para transmitir-lhe a mensagem divina. Por isso devemo-nos apresentar a Deus como nos incentiva o apóstolo Paulo em 2 Timóteo 2:15 “Como obreiros que não tem de que se envergonhar e que maneja bem a palavra da verdade”. Devemos conscientizar a criança da sua salvação e ensinar-lhe que deve mostrar a Deus sua gratidão por uma tão grande dádiva, fazendo-a entender que o plano de salvação de Deus foi criado para todos, inclusive para as crianças em Provérbios 22:6 o professor é comparado a um jardineiro.
9º REQUISITO: LINGUAGEM ADEQUADA AO NÍVEL DA CRIANÇA
Em I Coríntios 14:9 lemos: “Se com a língua não pronunciardes palavras bem inteligíveis, como se entenderá o que se diz? Porque estareis falando no ar”. Por isso devemos sempre estar preocupados com o que vamos falar e como vamos ensinar. A linguagem da pessoa que ensina deve ser clara, correta, objetiva e tais pessoas precisam sempre procurar a perfeição, digo aperfeiçoar o seu vocabulário e corrigir os vícios de linguagem. Para ensinar crianças, a escolha da linguagem a ser usada é muito importante. As palavras devem ser pronunciadas com uma entonação agradável e infantil e, sempre que possível, utilize o vocabulário da própria criança. Falar bem humorado dando ênfase às palavras para despertar o interesse da criança pelo assunto abordado é imprescindível.
Se um professor fala para crianças usando palavras desconhecidas ou mesmo como se estivesse falando para pessoas adultas, essas crianças terão dificuldades de assimilação e, consequentemente, a aprendizagem será reduzida.
Vemos assim a importância da escolha da linguagem para um bom relacionamento professor criança e um excelente índice da aprendizagem.
10º REQUISITO: TER CONHECIMENTO BÍBLICO
Conhecimento é estar informado sobre alguma coisa. Logo quando uma pessoa está bem informada sobre algo, ela tem a posse de conhecimento. Mas para isto é preciso que esteja realmente certo de que o fato aconteceu.
Conhecimento é a convicção da consciência obtida pela percepção. O professor de criança da Escola Dominical deve conhecer a Bíblia porque a lê. Não devemos falar do que não sabemos. Deus mesmo lhe ensinará toda verdade. O professor é obrigado a saber comentar a lição dominical, porque quem dá graça é Jesus, mas quem deve ler para conhecer a lição é o professor. Foi com muita clareza que o Apóstolo Paulo recomendou aos romanos (12:7) que para quem ensina, “haja dedicação ao ensino”. Professor, veja como é grande a sua responsabilidade. Sabe por que? Porque a Escritura diz que “doutrina do sábio é uma fonte de vida para desviar dos laços da morte”(Pv 13:1) e diz mais “um mau mensageiro cai no mal” (Pv 13:17).
11º REQUISITO: ESPÍRITO DE LIDERANÇA
Espírito de liderança é uma parte integrante do bom professor: se ele é responsável pelo aprendizado do grupo, precisa ser um bom líder. O professor que exerce a liderança procura compreender cada aluno para conseguir a cooperação de todos. Muitos professores têm uma concepção errônea de liderança. Julgam que líder é aquele que impõe, que considera que os alunos como autômatos e incapazes de vontade própria. No entanto o verdadeiro líder age de maneira totalmente inversa: faz tudo para que os alunos encontrem as soluções por si mesmos e encorajam os mínimos esforços de cada um. O líder ver o aluno com uma pessoa capaz de descobrir, idealizar e criar, e utiliza mais a recompensa do que o castigo. São os processos de liderança que dão resultado produtivo e colocam o ensino no mais alto padrão. Existe ainda o professor indiferente, isto é, aquele que não toma atitudes: é sempre indeciso, dá aula sem se preocupar com o aluno, como se apenas estivesse cumprindo o seu dever de expor o assunto, deixando o resultado a cargo do discípulo. Tal conduta acarreta reações no aluno, baixo rendimento, desordem e indisciplina. O professor que exerce liderança controla toda a situação do aluno, sem lhe dar isso a perceber. A criança não gosta que alguém lhe indique o que fazer. Ela gosta de descobrir. Então a função do professor é orientar, associar as idéias e deixar que a criança as desenvolva, porque ela tem habilidade suficiente para isto. Mas não devemos deixar que a criança se sinta só no estudo, pois neste caso seremos um exemplo de professor indiferente e isto não pode ocorrer em hipótese alguma. Temos o exemplo de Jesus nos seus ensinamentos. Ele sempre foi um líder, sem ser opressor dos seus discípulos. E nós devemos ser imitadores de Cristo (Ef 5:1).
12º REQUISITO: ASSIDUIDADE E PONTUALIDADE
Mas uma vez o professor está sendo colocado como espelho onde os alunos procuram mirar-se. Assim sendo, ele precisa ser assíduo e pontual. Deve chegar sempre mais cedo que o primeiro aluno, para cumprimentá-lo. A assiduidade dá apoio moral ao professor quando quiser ou precisar fazer uma advertência nesse sentido. O próprio aluno irá lembrar-se de que o professor chega sempre na hora certa e procurará corrigir-se. É claro que as vezes ocorre alguma eventualidade. Nesse caso, se possível, os alunos deverão ser avisados do motivo da falta. Agindo assim, o professor evitará que o aluno fique com uma interrogação. A criança afeiçoa-se com muita facilidade ao professor. Quando ele falta, ela se nega a aceitar o outro professor e consequentemente não se interessa pela aula. Para evitar isso o professor deverá dividir o tempo com o outro professor. Os alunos ficarão acostumados com ambos.
13º REQUISITO: QUALIDADES FÍSICAS
Ser professor é deveras uma missão árdua e até mesmo complexa. Ela não exige apenas preparo espiritual e intelectual, mas também físico. A aparência e os hábitos pessoais colaboram eficazmente na apresentação do trabalho do professor. Ele deve conscientizar-se de que todos olham para ele; portanto precisa ter cuidado com a sua postura e procurar corrigir seus maus hábitos, para não dar maus exemplos aos seus alunos. A higiene também faz parte do preparo físico; inclusive no estado psicológico. Uma pessoa asseada sente-se bem e tem possibilidade de transmitir seus pensamentos com mais eficiência e entusiasmo diante dos problemas que surgem. O cristão deve aprender a disciplinar seus hábitos negativos para que Cristo seja glorificado em sua vida. Portanto, se para o ensinador cristão estas qualidades são indispensáveis deve o professor cumpri-las a risco, para um melhor aproveitamento do seu trabalho. As boas qualidades e os bons hábitos devem compor a formosura e a beleza do conjunto físico do professor, para sua melhor apresentação, pois engrandece o somatório de todos os outros requisitos e atributos inerentes ao professor de criança da Escola Dominical.
4ª PARTE REQUISITOS NECESSÁRIOS PARA UMA BOA AULA
PLANEJAMENTO
O planejamento é de suma importância na orientação de toda a tarefa a ser realizada. É através do planejamento que você professor, organiza o desenvolvimento de sua ação junto à classe, partindo sempre para realizações mais aperfeiçoadas.
Planejamento - é um roteiro que orienta nossas atividades, afim de que alcancemos nossos objetivos. Aliás temos um motivo para planejarmos é a nossa responsabilidade no que diz respeito a formação espiritual dos nossos alunos com o ensino da Palavra de Deus. Não queira correr o risco de improvisar sua aula, pois pode ficar faltando alguma coisa importante para ser abordada, pode faltar algo que seu aluno esteja precisando. Até agora falamos de planejamento de um modo geral, no entanto o que nos interessa para este trabalho é o plano de aula. É este que orienta sua tarefa em cada aula que você ministra.
Planejar significa prever como alcançar certos objetivos.
OBJETIVOS – É uma meta que você deseja atingir; é algo que se deseja alcançar! Em todas as nossas ações, existe sempre uma finalidade, um objetivo a ser atingido desde os atos mais simples aos mais complexos.
Na sua classe o objetivo é aquilo que você deseja que seu aluno aprenda. Como estabelecer os objetivos? Não é difícil - respondemos. Você leu a Bíblia, leu a Lição Bíblica, então é só meditar nos pontos mais importantes para o ensinamento em classe, principalmente aqueles considerados como doutrina bíblica que servirão para aprofundar a fé da criança. Os objetivos é a essência, é aquilo que você quer que fique gravado na mente da criança, é o essencial.
CONHECIMENTO DO ASSUNTO - É ter segurança daquilo que você ensina. Para ensinarmos uma lição é preciso conhecimento, digo conhecermos profundamente o assunto para não sermos apanhados com insegurança, porque, assim perdemos a credibilidade da turma. O professor precisa estudar, sempre estudar, e está seguro do assunto que vai ministrar. Devemos ensinar o que temos convicção de que na Bíblia está escrito realmente é assim.
MOTIVAÇÃO - É o recurso que o professor usa para despertar o interesse do aluno por um assunto que você pretende ministrar. É preciso cuidado com a motivação para não exagerar em fantasias porque a criança pode se decepcionar. Mas a motivação deve ser aplicada com estratégias de modo que agrade a criança e atenda a expectativa dela ao introduzir o novo assunto. A motivação da aula é a introdução do assunto, o prefácio da aula e para o bom desenvolvimento da aula a motivação é o item principal, porque é a estratégia que o professor usa para atrair atenção da criança.
MOTIVAR é criar prontidão.
Exemplo de motivação:
RECURSOS VISUAIS - para a criança é de suma importância os recursos visuais. Recursos visuais são materiais didáticos que o professor usa para ilustrar suas aulas e tem grande influência na motivação da aula, tornando-a mais alegre e menos cansativa. A criança gosta de figuras, desenhos coloridos. O colorido e a variação de cores desperta o interesse da criança. Os recursos audiovisual também tem grande influência. Um ponto em que precisamos seguir o exemplo do Supremo Professor é o da abundante utilização de ilustrações.
ATIVIDADES: As atividades na sala de aula são técnicas usadas para fazer com que o aluno participe da aula, aplicando aquilo que aprendeu. As atividades de estudo bíblico constituem o âmago do plano de aula. As atividades são muitas e variadas, mas o professor pode aplicar aquelas que conhece evidentemente. As atividades de aprendizagem devem guardar com as metas, isto é, devem está dentro do contorno da lição que estou dando. As atividades de aprendizagem precisam se ajustar ao tempo disponível. Ao contexto da Igreja o ensino da Bíblia normalmente é uma luta contra o relógio então é melhor cronometrarmos o tempo do que ficarmos sem dar o que planejamos porque isto nos impede de alcançarmos nosso objetivo.
EXEMPLO DE ATIVIDADES:
Exercícios escritos, tarefas com pinturas, colagens, montagens, argüições orais, debates, encenações etc.
Para conseguirmos êxitos devemos variar sempre que pudermos. VARIEDADE é o tempero da vida.
Obs: quanto às atividades o professor não devera fazê-las fáceis porque sufoca os alunos que gostam de descobrir, raciocinar.
AVALIAÇÃO - Avaliação é um meio de verificar. A avaliação é um recurso educacional essencial a professores para verificarem o nível de aprendizagem de seus alunos. A avaliação revela o que foi feito e o que deixou de ser feito.
Avaliar é dar oportunidade ao aluno de compartilhar o fruto do próprio esforço. Instrumentos de avaliação: fichas, cartões, testes, concursos, competições, trabalhos etc.
Que o senhor JESUS CRISTO lhe dê, caro missionário (a), sabedoria e graça para ganhar muitas e muitas crianças para Ele e ensine a caminhar firmadas em sua palavra.


Leia mais: http://flaviagregio.webnode.com.br/requisitos-para-um-bom-professor/

quarta-feira, 23 de maio de 2012


                                                                                    




             

Por que a escola dominical é um fracasso?

Hoje, com raras exceções, a Escola Dominical tem sido um grande fracasso na maioria de nossas igrejas. Qual é a razão, ou o motivo, deste fato tão lamentável?

Estou escrevendo logo após retornar da igreja onde mais uma vez não houve escola dominical simplesmente porque não havia alunos. Um conhecido pastor, e professor, disse certa vez que aprender se aprende sem professor, mas ensinar não se ensina sem alunos. Sem alunos, portanto, não há escola dominical.

É uma pena que a igreja, na sua grande maioria, não frequente mais a Escola Dominical. O renomado pastor Antonio Gilberto nos disse, quando fiz o CAPED (Curso de Aperfeiçoamento de Professores de Escola Dominical), que a EBD é o trabalho mais importante da igreja, pois é o único departamento de ensino - e é onde se prepara os crentes de todas as idades visando o crescimento da igreja em todos os aspectos. Portanto, uma igreja que não tem esse departamento atuante perde em qualidade e em quantidade. Em outras palavras: já começa o jogo perdendo para o nosso maior adversário. Esta é uma triste verdade.

Este assunto já foi sobejamente debatido em muitas reuniões, mas nunca se chegou a uma conclusão sobre o mesmo. Enquanto a igreja não priorizar o ensino através da escola bíblica normativa e sequencial de forma séria e compromissada não obterá êxito. Eu sei que os obstáculos são muitos: levantar de manhã num domingo agradável de sol em que se pode fazer um "belo passeio", levantar cedo com chuva e frio quando se pode ficar mais tempo na cama, levantar com sono depois de uma noite mal dormida quando se pode dormir mais algumas horas... Soma-se a isto os problemas do dia a dia que não são poucos e o resultado será sempre o mesmo: não dá para is à escola dominical. É por estes e tantos outros motivos que a grande maioria dos crentes de hoje não vai á igreja no domingo de manhã. E a igreja fica vazia ou nem é aberta como aconteceu hoje comigo. Foi muito frustrante.

Eu sei que não é fácil ir à escola dominical - e muita gente não gosta desse tipo de culto. É um culto interativo em que todos podem participar, fazer perguntas e questionar. Há classes de acordo com as idades e cada uma tem o seu espaço e depois todas se reunem no templo para fazer um resumo do que estudaram e aprenderam na aula. Crianças, jovens, adolescentes e adultos apresentam o seu trabalho participativo e se apresentam cada um de per si. É lindo e enriquecedor; é sem dúvida o momento mais sublime na vida da igreja. Mas infelizmente esse cenário não existe mais, ou raramente é visto, principalmente nas chamadas igrejas pentecostais. A maioria dos crentes prefere ir à igreja somente no culto à noite onde há muita cantoria, mas quase nenhum conteúdo bíblico. Por outro lado, a igreja se preocupa mais com festas, shows, entretenimentos e política do que com o ensino bíblico. Uma típica inversão de valores. Isto me lembra o profeta Oséias que certa vez escreveu: " O meu povo foi destruido, porque lhe faltou conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueces da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos". (Oséias 4.6). Palavra dura, mas é a Palavra de Deus - perfeitamente aplicável nos dias de hoje. Que tal irmos todos juntos á Escola Dominical no próximo domingo?
  







segunda-feira, 21 de maio de 2012

                                       TEMPLO CENTRA RECIFE PE


                                                  

                                   Ass de Deus em Curado 1 Jaboatâo Pe



                                        


                                          Ass.de Deus em Penteado Embu gaçú SP Pr. Noé Galdino.

                                 

Abreu e Lima recebe mais novo templo da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Pernambuco

 


Após três anos e meio em construção, o mais novo templo da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Pernambuco (IEADPE), na cidade de Abreu e Lima, é inaugurado na manhã deste domingo (11), com capacidade para 2.100 pessoas sentadas.
O novo templo fica localizado em uma área central da cidade, em Caetés Velho, é climatizado e possui refeitório, estacionamento interno, salas para
departamento infantil, espaço para reuniões e primeiro andar bem projetado. “Há uma galeria e um vão entre as paredes, o que permite uma visão mais ampla”, diz o engenheiro responsável pela obra, pastor José Luiz.
Antes das portas serem abertas e o acesso ao templo ser liberado, houve um culto de agradecimento e a ministração da palavra foi feita pelo primeiro secretário da IEADPE, pastor Ailton Junior, e uma pessoa se converteu ao Senhor Jesus.
O descerramento da placa aconteceu por volta das 10h40, e foi realizado pelos pastores Jaime Alexandre (Caruaru) e Simas Dias (Carpina) - membros da diretoria da Convenção das Assembleias de Deus em Pernambuco (CONADEPE), e o corte simbólico da fita foi feito pelo pastor presidente da IEADPE, Ailton José Alves, acompanhado pelo vice-presidente, pastor Samuel de Oliveira; dos irmãos que compõe a diretoria da Igreja e do evangelista Gilberto Diniz, responsável pela área 50; onde fica o novo templo.
dentro da congregação, quem dirigiu o culto de agradecimento pela conquista, foi o pastor Ailton José Alves deixando uma reflexão para a igreja tendo como base o texto de II Crônicas 7. 11 -16. Estiveram presentes no evento, além dos pastores da IEADPE em outras cidades do Estado, o Deputado Federal pastor Francisco Eurico, o prefeito, a secretária de obras, o secretário de Educação e o ouvidor geral da cidade de Abreu e Lima, Flávio Gadelha, Ceci Felinto, Hélio Tavares e Ivan Pessoa respectivamente; o vereador da cidade do Recife, Luiz Eustáquio, entre outros.
O evento acabou às 12h50, com a oração final feita pelo pastor Luiz Mário. À noite, a festa continua com um grande culto festivo, com a participação de das áreas 09 a 30 e do Coro e Orquestra Doce Harmonia do Templo Central.



Central de Jornalismo RBC
Fonte: http://noticias.rbc1.com.br/ieadpe/9311/abreu-e-lima-recebe-mais-novo-templo-da-igreja-evangelica-assembleia-de-deus-em-pernambuco.html

sábado, 10 de março de 2012