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Qualificação Profissional
1 - Bacharel em Teologia; (Faculdade IbeteL)
2 - Segurança pessoal no sistema Nacional Brasileiro;
( S.P.P ).
3 - Segurança pessoal no sistema israelense;
( Extra curricular )
4 - Segurança industrial em atendimento ao cliente;
5 - Bombeiro civil industrial Nº 02178/2004 conforme a NBR 16608
Objetivo do Treinamento
Proporcionar domínio e conhecimento em técnicas operacionais, com intuito de sensibilizar o obreiro sobre:
• Risco coletivo
• Conduta de pessoas
• Linguagem corporal Contato:Pr.Dorival Guedes F.11 -78230503
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quarta-feira, 5 de março de 2014
terça-feira, 4 de março de 2014
Os Jardins Suspensos da Babilônia
JARDINS SUSPENSOS
OS JARDINS
Sem dúvida, este fato fez perpetuar o sentido de ilusão e maravilha se perpetuasse e o termo jardins suspensos também, ao invés de sobrepostos. Os jardins botânicos com flores fragrantes e esculturas surgiam dentre picinas e fontes.
Árvores frutíferas acentuavam as áreas retangulares cultivadas, sob a sombra das árvores. Água descia em cascata do lago reservatório por sobre a vegetação localizada em baixo.
LOCALIZAÇÃO
CONSTRUÇÃO
Restos de poços foram descobertos, o que sugere que a técnica de roldanas e baldes ou Doria deve Ter sido usada ali para levar a água até os pontos mais altos do terraço. Os Jardins eram, de fato, um grande jardim artificial, consistindo de um terraço de tijolos de cerca de 120 metros quadrados x 23 metros quadrados acima do solo.
Pedras são muito raras na Babilônia, portanto como em todas as construções, eles eram feitos de tijolos. Os tijolos eram ocos, com interior de areia, de forma que as árvores maiores e outras plantas pudessem ser plantadas. Degraus permitiam a passagem de um terraço para o outro.
DRENAGEM
A seguir, aos tijolos era adicionado betume, uma substância semelhante à argamassa. Estes tijolos facilmente se dissolviam na água, o que não era um problema, pois chuvas eram raras na região. Entretanto, os jardins estavam freqüentemente submetidos à irrigação, portanto a fundação deveria ser protegida.
Os terraços possuíam um sistema de drenagem interna avançado, que assegurava que toda umidade fosse levada para reservatórios de esgoto de tijolo cozido. Estes constituíam de depósitos inclinados, sobrepostos, como teto em ogiva.
IRRIGAÇÃO
Quando se acionam as roldanas, os baldes mergulham na picina e se enchem de água. No patamar inferior está uma picina cheia de água. . A correia levanta os baldes até os níveis superiores, onde os baldes são derramados nas picinas superiores. A seguir, a correia então carrega os baldes vazios até em baixo, para serem novamente cheios de água.
A picina no topo dos jardins podia então liberar água para os jardins, através de diques que seguiam por canais que atuavam como rios artificiais para aguar os jardins. As roldanas tinham uma manivela e eixo, e os escravos forneciam a força necessária para acioná-las. Os canais eram feitos de tijolos, para que a água não destruísse as fundações.
Os canais eram revestidos de metais que não oxidavam, tais quais zinco e bronze. Não foi encontrado ferro no sistema, portanto não sabemos se o ferro era conhecido na Babilônia, a não ser pelo que eles haviam coletado deste mineral através da queda de meteoritos. A figura abaixo mosta o sistema de irrigação dos Jardins Suspensos.
Fonte:angelfire.com
segunda-feira, 3 de março de 2014
Por que so Paulo manda as mulheres ficarem caladas?
Não se trata de um capricho de Paulo, e entendemos isso quando cremos que toda a Palavra de Deus é inspirada. É preciso entender em que situação o Espírito Santo, através de Paulo, ordenou que as mulheres permaneçam caladas.
Em muitas partes da Bíblia Deus usou mulheres de maneiras extraordinárias. No livro de Juízes nos as vemos assumindo um papel no qual os homens vergonhosamente falharam. Nós ainda as vemos corajosamente aos pés da cruz e indo cedo ao sepulcro de Jesus, enquanto outros discípulos não tinham coragem de fazer o mesmo (exceto José de Arimatéia e Nicodemos). Foram elas também que testemunharam da ressurreição de Jesus aos discípulos.
Mas encontramos ordens claras quanto ao ministério das mulheres na Palavra de Deus. A restrição colocada por Paulo, inspirado pelo Espírito Santo e não por sentimentos machistas como acreditam alguns, é bem específica para quando a igreja está reunida. O contexto de 1 Coríntios 14 refere-se a uma situação específica, que é quando a igreja ou assembléia está reunida:
1Co 14:26-35 "Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais... como em todas as igrejas dos santos. As mulheres estejam caladas nas igrejas, porque lhes não é permitido falar; mas estejam sujeitas, como também ordena a lei. E, se querem aprender alguma coisa, interroguem em casa a seus próprios maridos; porque é indecente que as mulheres falem na igreja".
Qualquer coisa menos que isso é pura desobediência à Palavra de Deus. Alguns alegam que tal restrição era apenas para a igreja em Corinto, uma idéia que cai por terra quando lemos o contexto. Há ainda quem afirme que se trata de uma questão cultural e de época, mas se assim for teremos que considerar que as passagens das cartas aos Coríntios que falam de fornicação, ou da carta de Paulo aos Romanos que trata do homossexualismo, também seriam ordenanças apenas para aquela época. Como em nossa época e cultura essas coisas são consideradas normais, então essas ordenanças poderiam ser consideradas caducas.
A Palavra de Deus coloca também restrições quando se trata de uma mulher ensinar doutrina:
1Tm 2:11-14 "A mulher aprenda em silêncio, com toda a sujeição. Não permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio. Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva. E Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão".
Resumindo: nas reuniões da igreja ou assembléia as mulheres devem permanecer caladas, e em outras ocasiões não deve ensinar doutrina, pois ela é mais sujeita a cair no engano. Eva foi enganada pela serpente, mas Adão não. Ele sabia que estava cometendo um erro.
Mesmo assim ainda existem muitas situações em que as mulheres podem testemunhar de sua fé e há um ministério no qual elas são particularmente especiais, que é no consolo aos enfermos e no ensino das crianças. No céu ficaremos surpresos quando descobrirmos quantos foram salvos ainda em sua infância por meio do cuidadoso ensino das Escrituras por sua mãe, avó, irmã ou outra mulher.
2 Tm 1:5; 3:14-15 "Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido. E que, desde a tua meninice, sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus... trazendo à memória a fé não fingida que em ti há, a qual habitou primeiro em tua avó Lóide e em tua mãe Eunice, e estou certo de que também habita em ti.".
Existe também o ministério das mulheres que ensinam as mais jovens:
Tit 2:3-5 "As mulheres idosas, semelhantemente, que sejam sérias no seu viver, como convém a santas, não caluniadoras, não dadas a muito vinho, mestras no bem, para que ensinem as mulheres novas a serem prudentes, a amarem seus maridos, a amarem seus filhos, a serem moderadas, castas, boas donas de casa, sujeitas a seu marido, a fim de que a palavra de Deus não seja blasfemada".
Em muitas partes da Bíblia Deus usou mulheres de maneiras extraordinárias. No livro de Juízes nos as vemos assumindo um papel no qual os homens vergonhosamente falharam. Nós ainda as vemos corajosamente aos pés da cruz e indo cedo ao sepulcro de Jesus, enquanto outros discípulos não tinham coragem de fazer o mesmo (exceto José de Arimatéia e Nicodemos). Foram elas também que testemunharam da ressurreição de Jesus aos discípulos.
Mas encontramos ordens claras quanto ao ministério das mulheres na Palavra de Deus. A restrição colocada por Paulo, inspirado pelo Espírito Santo e não por sentimentos machistas como acreditam alguns, é bem específica para quando a igreja está reunida. O contexto de 1 Coríntios 14 refere-se a uma situação específica, que é quando a igreja ou assembléia está reunida:
1Co 14:26-35 "Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais... como em todas as igrejas dos santos. As mulheres estejam caladas nas igrejas, porque lhes não é permitido falar; mas estejam sujeitas, como também ordena a lei. E, se querem aprender alguma coisa, interroguem em casa a seus próprios maridos; porque é indecente que as mulheres falem na igreja".
Qualquer coisa menos que isso é pura desobediência à Palavra de Deus. Alguns alegam que tal restrição era apenas para a igreja em Corinto, uma idéia que cai por terra quando lemos o contexto. Há ainda quem afirme que se trata de uma questão cultural e de época, mas se assim for teremos que considerar que as passagens das cartas aos Coríntios que falam de fornicação, ou da carta de Paulo aos Romanos que trata do homossexualismo, também seriam ordenanças apenas para aquela época. Como em nossa época e cultura essas coisas são consideradas normais, então essas ordenanças poderiam ser consideradas caducas.
A Palavra de Deus coloca também restrições quando se trata de uma mulher ensinar doutrina:
1Tm 2:11-14 "A mulher aprenda em silêncio, com toda a sujeição. Não permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio. Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva. E Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão".
Resumindo: nas reuniões da igreja ou assembléia as mulheres devem permanecer caladas, e em outras ocasiões não deve ensinar doutrina, pois ela é mais sujeita a cair no engano. Eva foi enganada pela serpente, mas Adão não. Ele sabia que estava cometendo um erro.
Mesmo assim ainda existem muitas situações em que as mulheres podem testemunhar de sua fé e há um ministério no qual elas são particularmente especiais, que é no consolo aos enfermos e no ensino das crianças. No céu ficaremos surpresos quando descobrirmos quantos foram salvos ainda em sua infância por meio do cuidadoso ensino das Escrituras por sua mãe, avó, irmã ou outra mulher.
2 Tm 1:5; 3:14-15 "Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido. E que, desde a tua meninice, sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus... trazendo à memória a fé não fingida que em ti há, a qual habitou primeiro em tua avó Lóide e em tua mãe Eunice, e estou certo de que também habita em ti.".
Existe também o ministério das mulheres que ensinam as mais jovens:
Tit 2:3-5 "As mulheres idosas, semelhantemente, que sejam sérias no seu viver, como convém a santas, não caluniadoras, não dadas a muito vinho, mestras no bem, para que ensinem as mulheres novas a serem prudentes, a amarem seus maridos, a amarem seus filhos, a serem moderadas, castas, boas donas de casa, sujeitas a seu marido, a fim de que a palavra de Deus não seja blasfemada".
domingo, 2 de março de 2014
Jóias
Noemi Vieira
Questões que envolvem a indumentária feminina são bastante recorrentes no meio evangélico. Em geral, a discussão se dá no campo dos “usos e costumes” adotados por uma determinada denominação. Em relação ao uso de jóias (brincos, colares e afins) não seria diferente. Embora haja uma tendência à liberalização desse tipo de regra em uma parte das igrejas consideradas conservadoras, ainda há correntes que preferem manter a proibição do uso de adornos entre as mulheres evangélicas.
Um dos argumentos que sustentam esse discurso está ligado à manutenção da tradição, como é o caso da Assembléia de Deus (AD). Apesar de haver igrejas mais liberais com o mesmo nome, ainda há aquelas que mantêm a regra inflexível por uma questão de princípios. “A Bíblia diz que a obediência é a base de tudo. Logo, se isso é a regra de conduta na igreja, estabelecida pela convenção desde o início, deve ser obedecida. A desobediência é pecado. Quem não quer permanecer tem o direito de procurar outra igreja”, argumenta o pastor Elias Freitas da Silva, ligado à AD do ministério de Bento Ribeiro, no Rio de Janeiro.
Do ponto de vista bíblico, os conservadores argumentam que o uso dos adornos pode significar prática abusiva de vaidade. A jornalista Raquel Lucena, 25 anos, membro da Assembléia de Deus em Guadalupe, no Rio de Janeiro, é adepta desse preceito e diz que abdicou do uso de adereços para seguir as regras da sua congregação. “O uso das jóias é uma das formas de vaidade descritas na Bíblia. Salomão já dizia que tudo era vaidade. Temos de fugir da aparência do mal. E, além disso, a minha igreja não permite e procuro obedecer”, justifica-se.
Uma das passagens mais citadas na Bíblia para legitimar a proibição do uso de jóias encontra-se em 1 Timóteo 2.9,10: “Da mesma sorte que as mulheres, em traje decente, se ataviem com modéstia e bom senso, não com cabeleira frisada e com ouro, ou pérolas, ou vestuário dispendioso, porém com boas obras (como é próprio às mulheres que professam ser piedosas)”. Ou seja, o valor da mulher cristã não está na sua beleza estética, mas na prática da caridade e da decência.
“Uso jóias e bijuterias”, diz Damaris Carvalho, 28 anos, da Igreja Batista Nacional. Ela acha que os argumentos utilizados para a proibição de jóias são citados fora de contexto e dão margem a uma interpretação arbitrária
Mas, se por um lado há quem condene, existem aquelas que usam jóias com o consentimento da igreja. “Uso jóias, bijuterias, maquiagem. É complemento para o traje, tem o mesmo valor da roupa, do sapato, da bolsa. É uma questão de se arrumar, uma questão de se amar também. Que mulher não quer ficar bonita?”, questiona a jornalista Damaris Carvalho, 28 anos, membro da Igreja Batista Nacional de Cuiabá (MT). Para a jovem, os argumentos utilizados para a proibição de jóias são citados fora de contexto e dão margem a uma interpretação arbitrária.
O discurso de Damaris vai ao encontro do que acredita o pastor Ricardo Gondim, presidente da AD Betesda (SP) e autor do livro É Proibido: O que a Bíblia Permite e a Igreja Proíbe (Editora Mundo Cristão). Ele afirma que essas proibições são autoritárias e que, na Bíblia, Deus não assume uma postura condenatória quando relata o uso de jóias e adornos. “Há vários trechos nas Escrituras em que tanto os patriarcas quanto outras personagens da fé (inclusive o próprio Deus Pai no Antigo Testamento, Jesus e os apóstolos no Novo Testamento) não apenas usaram jóias, mas também aprovaram o seu uso”, argumenta, citando como exemplo a passagem de Ezequiel 16.8-14.
Raquel Lucena, 25 anos, da Assembléia de Deus, diz que abdicou do uso de adereços para seguir as regras da sua congregação e vê uso de jóias como forma de vaidade
Gondim ainda ressalta que ações proibitivas dessa ordem são reflexo do caráter legalista adotado por algumas igrejas. “Temos de admitir que alguns líderes firmam-se em seus cargos incutindo medo nas pessoas. Como legisladores de pesadas exigências religiosas, tais líderes se estabelecem como autênticos messias. Essa situação é duradoura porque, ao elaborarem um sistema tão implacável, ninguém nunca se sente isento de culpa para poder questioná-los”, esclarece.
Ainda segundo pastor Gondim, ninguém pode afirmar que os valores estéticos da Bíblia estão sempre ligados à moralidade. “Uma mulher bem vestida e adornada nos tempos bíblicos não representava vulgaridade ou falta de temor a Deus. Tenho certeza que se algumas delas comparecessem aos nossos cultos chamariam a atenção pelo número de anéis em seus dedos, pelas tinturas do cabelo ou pela forma de se trajar”, conclui.
sábado, 1 de março de 2014
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